Oração atribuida a Sto Agostinho
Apenas passei ao outro mundo! O que fomos um para o outro ainda somos; Como sempre se pronunciou. a ternura mais pura que sempre tivemos um pelo outro! não chores mais..... | |
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
A morte não é nada (S. Agostinho)
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
A quem pertencem as palavras afinal
Espero nunca ter o desmazelo de usar dramas de amigos para escrever livros.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Os amantes e os corredores ortogonais
"Os amantes", Magritte (1928)
Quanto mais perto estão, mais sentem que quase tocam. Mas não, afinal não. Nunca. Palavra que quase.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Olhar para um retrato meu de outrora.
"O duplo é outro eu que nos engana e nos trai (e nos atrai), que gostaríamos de ser e não somos (ou, pelo contrário, nos apavora), a outra parte de nós que nos escapa." in As Águas Livres, Caderno II, de Teolinda Gersão.
Com todo o respeito, foi o que me ocorreu, e mais a perplexidade de que sempre que olhamos para um retrato nosso de outrora, gera-se em nós o efeito inefável de nos sentirmos perscrutados.
Com todo o respeito, foi o que me ocorreu, e mais a perplexidade de que sempre que olhamos para um retrato nosso de outrora, gera-se em nós o efeito inefável de nos sentirmos perscrutados.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Desejo incontido de AZUL
Por que são violentas comigo as pessoas a quem só quero bem?
Amedeo Modigliani, “La bambina in azzurro” (1918)
Amedeo Modigliani, “La bambina in azzurro” (1918)
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