terça-feira, 29 de outubro de 2013

Os amantes e os corredores ortogonais


"Os amantes", Magritte (1928)

Quanto mais perto estão, mais sentem que quase tocam. Mas não, afinal não. Nunca. Palavra que quase.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Olhar para um retrato meu de outrora.

"O duplo é outro eu que nos engana e nos trai (e nos atrai), que gostaríamos de ser e não somos (ou, pelo contrário, nos apavora), a outra parte de nós que nos escapa." in As Águas Livres, Caderno II, de Teolinda Gersão.

Com todo o respeito, foi o que me ocorreu, e mais a perplexidade de que sempre que olhamos para um retrato nosso de outrora, gera-se em nós o efeito inefável de nos sentirmos perscrutados.

sábado, 21 de setembro de 2013


Johannes Vermeer, "Mulher que lê uma carta em frente a uma janela aberta". 1659

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Desejo incontido de AZUL

Por que são violentas comigo as pessoas a quem só quero bem?


Amedeo Modigliani, “La bambina in azzurro” (1918)

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Um beijo que ainda não.


Um som apenas, uma amostra de tonalidade e o etéreo torna-se presente. Os beijos são emocionantes. Um beijo daqueles que sim, é fusão.